Depois vai-se a ver e… quase nada

É um filme pejado de disruptores, um termo que nesta era se tornou sinónimo de uma classe sinistra de flibusteiros…...

Seis discos para uma banda sonora de 2022

Um ano musical que se preze é um ano cheio de narrativas, onde cada ouvinte seleciona a(s) corrente(s) em que…...

Passeios no espaço para ouvintes estimados

Os álbuns em nome próprio de Alexandre Soares são raros. Um disco de canções, “Um projecto global”, de 1988, ainda…...

A grandeza das pequenas histórias

No final do fanzine “Cliché Música” (Holuzam) vê-se a porta do número 7 da Rua dos Caetanos, Bairro Alto, Lisboa.…...

O último videoclube merecia mais

Nas décadas de 1980 e 1990, raros seriam os quarteirões sem um videoclube. Uma explosão que se esvaiu igualmente num…...

Taylor Swift fora de horas

No som e no tom, “Midnights” (Republic/Universal) retoma a narrativa de Taylor Swift pré-pandemia. É um sucessor lógico de “Lover”,…...

A terra a quem a trabalha

As canções de “Fossora” (One Little Independent), o novo álbum de Björk, têm mais clarividência e propósito do que outros…...

A outra história de Madonna

A ideia da compilação “Finally enough love - 50 number ones” (Warner) é engenhosa: olhar para a tabela Dance Club…...

Juntos, os Kokoroko são mais fortes

Há grupos e discos que demonstram as virtudes da música quando se torna uma manifestação comunitária. Assim acontece com “Could…...

Marilyn: complexa, vulnerável, extraordinária

Os 60 anos da morte de Marilyn Monroe, ocorrida a 4 de agosto de 1962 em Los Angeles, vêm sendo…...