OPINIÃO

Um ano sem Bowie

David Robert Jones deixou-nos a 10 de janeiro de 2016, mas é raro o dia em que um dos seus temas não nos chega pela rádio, pela internet ou pela televisão.

Texto de Ricardo Santos / Fotografia DR

Cantor, escritor de canções, produtor e ator são apenas quatro das personagens vividas pelo camaleão do mundo da música. David Robert Jones deixou-nos a 10 de janeiro de 2016, mas é raro o dia em que um dos seus temas não nos chega pela rádio, pela internet ou pela televisão.

É essa a marca das grandes figuras e os primeiros dias de janeiro parecem talhados para esse tipo de gente. É que, para lá da morte, David Bowie nasceu num 8 de janeiro, mas de 1947.

Estaríamos agora a festejar os seus 71 anos, se não se tivesse despedido em grande estilo com um último álbum memorável, Blackstar, o 25º da extensa carreira. Foi um longo caminho desde o sul de Londres até se tornar numa das figuras mais respeitadas do meio.

Tornou-se ídolo das multidões, ícone do mundo da moda, influência para milhares de jovens músicos em todo o mundo, mas soube preservar a sua intimidade até ao fim. E não digam que não avisou ninguém do que iria acontecer, fê-lo com o tema Lazarus. E Bowie continua a andar por aí.

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