No dia em que se celebra a segunda sexta-feira 13 do ano (a primeira foi em janeiro), mostramos-lhe 13 histórias que justificam a superstição de um dia maldito.

 

Texto de Marcelo Teixeira

É herança dos cultos pagãos, mas o cristianismo deu continuidade à superstição. Sexta, dia 13, é dia de infortúnio. Em companhias aéreas como a Lufthansa, por exemplo, a coisa é levada a sério – todas as filas 13 foram eliminadas. Mas também há quem lhe preste louvor: em Montalegre milhares concentram-se nas ruas da vila, com máscaras de bruxas e demónios, para assistir ao responso da queimada. Mas afinal o que é que esta data tem?

Jesus foi crucificado a uma sexta-feira, depois de uma ceia em que se sentaram 13 pessoas à mesa. A própria numerologia aponta o 13 como o mais incompleto dos números – há 12 meses no ano, 12 apóstolos, 12 tribos de Israel ou 12 constelações do Zodíaco.

Há até quem sofra de frigatriscaidecafobia, um medo irracional de sextas-feiras 13.

E se as estatísticas não comprovam que este é um dia mais azarado do que os outros, não falta quem acredite na lenda que Hollywood eternizou – a saga de filmes de horror rendeu, até hoje, perto de 500 milhões de dólares.

E há até quem sofra de frigatriscaidecafobia, um medo irracional de sextas-feiras 13.

A verdade é que a História está cheia de episódios sinistros que parecem dar razão a quem quer acreditar no infortúnio da data. Conheça algumas das maiores tragédias deste dia, clicando na fotogaleria.

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