Escolhas culturais de Stereossauro: jogar aos clássicos

O músico Stereossauro

Escolhas culturais do músico Stereossauro.

Super Mario Kart

Esse e mais uns quantos videojogos, todos lançados até 1996 ou 97 no máximo: “Snow brothers”, “Supermario”, “Cadillacs and dinossaurs”, etc. .Basicamente, os que jogava nos salões de jogos nessa altura. Depois, quando comecei a fazer música, deixei de jogar videojogos durante uns 20 anos. Nesse período, todo o tempo livre que tinha era dedicado a fazer música no computador e esse é o melhor “jogo” de sempre. Recentemente, redescobri esses videojogos e tenho andado a dar a volta a isso. O “Mario Kart” é o mais fixe mas, muito provavelmente, daqui a uns meses já me fartei e vou estar mais uma década sem jogar. Do que gosto mesmo é de jogar com ritmos e melodias.

Comédia

Consumo muita comédia, na maior parte americana, e agora com todo o acesso que existe através do YouTube e de inúmeras plataformas de TV, cada vez mais. Os últimos stand-up que vi e de que mais gostei foram os do Bo Burnham e do Tom Segura. Destaque também para “The cabin”, do Bert Kreisher, e para a série “Norseman”. Recentemente, revi o “Chappelle’s Show”, que continua a ser a melhor cena de sketches de sempre.

Podcasts

No carro e nas lides domésticas, oiço o “Broken Record”, com o Rick Rubin, o “Hotboxin’”, com o Mike Tyson, o “2 Bears, 1 Cave”. Os podcasts são opções para esses momentos porque dá para estar a fazer outra coisa ao mesmo tempo: passar roupa a ferro, fazer o almoço, coisas normais da vida de um músico.