A pandemia impôs confinamentos, teletrabalho e novos hábitos, numa atualidade com pouco espaço para convívios. Houve uma altura em que o café nem na rua se podia beber, por isso as pessoas voltaram a fazê-lo, com mais regularidade, dentro de casa, mantendo um prazer há muito enraizado na cultura portuguesa. E a verdade é que a venda de máquinas de café disparou 200% desde o início da pandemia, com os modelos retro e com o tradicional punho, à imagem dos melhores baristas, a destacarem-se nas preferências. Muitos integram o moinho para moer os grãos na hora, despertando um aroma capaz de avivar boas memórias. Aos designs vintage soma-se a mais recente tecnologia capaz de criar um café rápido e cremoso, com a dose ideal de cafeína, na pressão adequada e à temperatura certa.