O sexo já não é o que era? 6 dicas para voltar à forma

Sim, pode ser ótimo saber todas as preferências e vontades do outro. A familiaridade do corpo do outro. A intimidade resultante de se conhecer bem o outro. Porém, o sexo torna-se facilmente um tédio se cair na rotina, razão por que lhe deixamos estas sugestões simples, mas de eficácia comprovada. Para piloto automático já bastam os transportes.

Texto NM | Fotografias Shutterstock

APRENDA

Sexo é aprendizagem – uma troca recíproca de experiências em que ambos ensinam e aprendem com o outro –, então não tenha vergonha de falar abertamente do que gosta, atento aos sinais que o parceiro lhe dá acerca dos seus próprios gostos e vontades. Se dúvidas houvesse de que estamos sempre a aprender, cientistas americanos (da Universidade de Maryland) e coreanos (da Universidade Konkuk, Coreia do Sul) descobriram que o ato é capaz de criar neurónios, aumentando a capacidade cognitiva.

VERBALIZE

Não existe nada mais fatal em relações longas do que a falta de comunicação entre o casal, alerta a investigadora em sexo Kristen Mark, da Universidade do Kentucky, EUA. «Se ambos se dispuserem a dar o passo de falarem das aventuras sexuais que gostariam de ter, e embarcarem juntos nelas, a satisfação é garantida», diz a especialista.

(AB)USE

Novas tecnologias, sabores exóticos, sensações diversas: com tanto que a indústria do sexo tem evoluído para nos dar prazer, por que não aproveitar as ajudas extra? Vibradores, tintas corporais, géis, óleos afrodisíacos e muito (mesmo muito) mais vendem-se em qualquer loja da especialidade para estimular o próprio corpo e o do parceiro. É tímido e ainda sente desconforto a comprar em presença? A internet resolve.

PREPARE

Segundo um estudo da Universidade de Montreal, Canadá, 86,4% dos entrevistados garantiu que bom sexo passa por criar atmosferas românticas: um jantar afrodisíaco, um banho de espuma; uma lingerie sensual ou uma camisa justa a evidenciar os músculos; um perfume que se entranhe na pele do outro. «É muito importante descobrir o que nos “acende” – e à pessoa com quem estamos – e criar contextos em que possamos maximizar esses interruptores para dar largas ao potencial de ambos», explica a educadora sexual norte-americana Emily Nakoski. E se a ciência o diz…

SEDUZA

E faça-o diariamente com pequenos gestos amorosos, não precisa de grandes aparatos. Pode ser um bombom deixado sobre o livro que o outro está a ler. Levar-lhe o pequeno-almoço à cama só porque sim. Um post-it colado num sítio estratégico. Ah, e olhe nos olhos sempre que puder, já que cientistas do Laboratório de Pesquisas Faciais da Universidade de Aberdeen, Escócia, descobriram que um olhar direto e um sorriso podem tornar uma pessoa oito vezes mais desejável.

EXPLORE

A cama é o primeiro lugar que nos vem à ideia ao pensar em sexo, mas há mais vida para além dela. Experimente no chão da sala, na bancada da cozinha (mas certifique-se que facas, copos de vidro ou outros utensílios cortantes estão fora do raio de ação, digamos assim), no tapete do quarto, nas escadas do prédio (cuidado com os vizinhos), enfim, ponha a imaginação a trabalhar. Se é para fugir à rotina, faça-o com ousadia.

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