6 erros que cometemos na educação das crianças

O seu filho está sempre a fazer asneiras e não consegue contornar a situação? Pode não estar a utilizar o melhor método. Ser pai não é pera doce. É uma tarefa difícil e constante que, todos os dias, apresenta novos desafios.

«Os pais têm um papel muito importante na vida dos filhos. A conexão emocional é fundamental na relação entre pais e filhos», disse à revista Buena Vida a psicóloga da Mancomunitat de Municipis de la Safor, em Espanha, Andrea Ollero, explicando que «estabelecer laços de confiança e segurança, de forma educada, promove um desenvolvimento infantil adequado às crianças».

A disciplina é uma dor de cabeça para os pais, mas a base para uma boa educação. Veja quais são os erros, mais frequentes, dos pais quando repreendem os filhos.

Bater

Recorrer às palmadas para justificar uma birra ou outro comportamento das crianças, não é a melhor opção para educar uma criança. A longo prazo, estes atos podem afetar a relação entre pai e filho.

Castigar sem razão

Impor castigos às crianças, sem qualquer tipo de explicação é um exemplo de má conduta por parte dos pais. A criança deve compreender que está a ser castigada porque fez algo de errado e refletir sobre o assunto. O castigo só funciona quando tem razões para o fazer.

Chantagem

«Se não comeres a sopa toda, não vês televisão». A técnica da chantagem e da manipulação não explica à criança o porquê de ela poder ou não fazer determinadas coisas. Estas situações só demonstram que as crianças fazem o que os pais querem, apenas para os satisfazerem.

Refletir

No momento de tensão, raiva e frustração, tanto os pais como os filhos são dominados pelo impulso. Nestas situações, os pais perdem uma boa oportunidade para terem uma conversa com os filhos e explicar-lhes que algumas atitudes estão erradas. O que se pretende é que as crianças tenham consciência de que não, a atitude não foi a mais adequada.

Ignorar os sentimentos

«Não chores.» «Chega de fazer birra.» Ao dizer isto ao seu filho está a rejeitar as emoções dele. É preferível que as crianças expressem o que estão a sentir do que sofram em silêncio.

Educar com base na culpa

Apontar o dedo à criança e dizer «a culpa é tua» não é a melhor forma de a educar. O correto é sentar-se com seu filho e tentar encontrar uma solução para o problema. A criança tem de perceber que as ações têm consequências e que as coisas se resolvem através do diálogo.

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