JFK: O presidente que morreu em direto

O mundo assistia em direto - e em choque - ao asssassinato de um dos presidentes mais carismásticos dos Estados Unidos.

Texto de Ricardo Santos

John Fitzgerald Kennedy seguia numa limousina Lincoln Continental de quatro portas, descapotável, pelas ruas de Dallas. Ao lado, Jacqueline, a mulher, John Connaly (governador do Texas) e mulher deste, Nellie. A 22 de novembro de 1963, quando o cortejo presidencial atravessava a Dealey Plaza, ouviram-se os tiros. Há 54 anos, o momento estava a ser transmitido pela televisão e as imagens tornaram-se marcantes da história do século XX.

JFK foi assassinado, sendo o quarto presidente norte-americano a terminar o mandato dessa forma, depois de Abraham Lincoln em 1865, James A. Garfield em 1881 e William McKinley em 1901. As teorias de uma bala, duas balas ou diversas balas, um atirador e vários atiradores continuam a ter defensores e antagonistas, mas o mistério continua no ar.

Lee Harvey Oswald foi acusado do homicídio e acabou morto dois dias depois (24 de novembro), assassinado por Jack Ruby, um empresário da noite, na esquadra de Dallas. Kennedy e Oswald foram sepultados a 25 de novembro.