OPINIÃO

O fim do mundo não foi hoje, mas poderá estar para breve

Talvez seja um pouco exagerado o anúncio de que amanhã o mundo vai acabar, mas, se a humanidade não mudar nada na forma como vive no planeta Terra, talvez o fim esteja mais próximo do que seria de esperar. São cientistas que o dizem.

De quando em quando, lá aparece uma notícia de que o mundo vai acabar amanhã.

No mês passado, sábado, 23 de setembro de 2017, era a data anunciada para o fim dos tempos. Este mês, era hoje, 15 de outubro, que íamos todos pelos ares.

Talvez seja um pouco exagerado, mas talvez também seja altura de se pensar a sério no que estamos a fazer ao planeta Terra.

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Ao contrário do que defende Donald Trump e os seus seguidores, as alterações climáticas e o aquecimento global são um facto e não só o relógio está a contar – tic tac, tic tac, tic tac – como a Terra está a dar sinais cada vez mais evidentes do seu mau-estar. Os terramotos, furacões, tufões e tempestades dos últimos tempos podem ser encarados como avisos.

Um geofísico norte-americano, Daniel Rothman, defende que, a continuarmos a ignorar o problema, o fim do mundo pode estar mais próximo do que seria de esperar (veja o vídeo).