9 zonas erógenas insuspeitas (e como estimulá-las)

A pele arrepiada ao máximo, o corpo a contrair-se ao toque, uma vibração interior a vir à tona. São tudo sinais de que aquela pode bem ser uma das suas zonas erógenas, muito longe de se resumirem aos órgãos genitais. E sim, pode estimular cada uma delas por si ou em conjunto, uma após outra, seja homem ou mulher. Só tem de ir descendo em busca do prazer.

Texto NM | Fotografias da Shutterstock

CÉREBRO

Dizem os especialistas que é esta a nossa maior zona erógena por aí terem início todos os sentimentos eróticos. Tradução: a excitação e o prazer dependem muito da situação em que a carícia acontece e da interpretação que o nosso cérebro faz do momento. Cada um saberá melhor do que ninguém aquilo que o excita, mas pode começar com uma conversa mais ousada. Ou um filme sugestivo visto a dois.

LÓBULOS DAS ORELHAS

São especialmente sensíveis ao toque com as mãos, língua, lábios e até dentes. Mas atenção: mordiscar a orelha do outro aumenta quase sempre o entusiasmo, morder como se quisesse arrancar-lhe um pedaço à dentada, pelo contrário, fará o clima arrefecer em três tempos.

LÁBIOS

São das zonas do corpo mais eróticas para homens e mulheres, razão por que não andamos por aí a beijar toda a gente na boca. Posto isto, conseguir o máximo prazer depende da estimulação certa, segundo a sexóloga clínica Claudia Six, autora de Erotic Integrity: How to be True to Yourself Sexually (Integridade Erótica: Como Ser Sexualmente Verdadeiro Consigo Mesmo). Perceba como o outro gosta de ser beijado antes de se pôr a fazer coisas delirantes.

PESCOÇO

Facto: funciona sempre nos filmes de vampiros. Facto: se se limitasse ao cinema, não haveria tanta gente a fantasiar com alguém a cheirar-lhe o pescoço e a passar-lhe suavemente a língua, antes de lhe deitar finalmente o dente. E tudo isto, segundo a sexóloga Claudia Six, porque o pescoço é uma zona erógena por inteiro, ultrassensível. A começar logo na parte de trás da orelha, que por alguma razão é chamada de «linha quente» no Kama Sutra.

COSTAS

Quem não gosta de uma massagem vigorosa capaz de libertar toda a tensão acumulada? As costas são uma zona repleta de terminações nervosas, pelo que só tem de ir experimentando para testar reações. Vale usar as pontas dos dedos, as unhas, a língua, os dentes, cubos de gelo, uma pena ou o que quer que a imaginação lhe dite na altura.

MAMILOS

Os delas são um clássico incontornável, mas também os deles são sensíveis ao toque, ao beijo, à respiração. Se tem dúvidas quanto ao tempo a dedicar-lhes, saiba que um estudo do sexólogo americano Herbert Otto concluiu ser esta a segunda forma mais comum de uma mulher alcançar o orgasmo. Outro estudo, publicado pelo The Journal of Sexual Medicine, afirma que excitá-los aciona a mesma parte do cérebro ativada quando o clitóris é estimulado.

BAIXO-VENTRE

Se há coisa que causa friozinho na barriga é isto: a palma da mão a pressionar a região entre o umbigo e a púbis do parceiro, com ou sem roupa vestida, num gesto tão discreto que pode funcionar em ambientes públicos sem ninguém notar. E então se usar a língua nessa zona (de preferência em casa para não correr o risco de ser apanhado de calças na mão), não se admire de deixar o outro knockout.

PARTE INTERNA DAS COXAS

Se chegou até aqui, pode muito bem continuar a provocar o outro mais um bocadinho. Percorra-lhe a pele com as pontas dos dedos, de baixo para cima, com suavidade. Arranhe-o levemente com as unhas. Pode mesmo fazer-lhe cócegas com o cabelo numa sugestão implícita de que pode subir a parada na fase seguinte. Para Claudia Six, a quantidade de terminações nervosas nesta zona são meio caminho andado para excitar o parceiro.

PARTE DE TRÁS DOS JOELHOS

Pele sensível costuma ser sinónimo de boas surpresas e a da parte de trás dos joelhos é particularmente sensível para mulheres e homens (incluindo aqueles que se armam em durões). Na dúvida de como atuar, pode sempre socorrer-se do mesmo reportório reservado à zona interna das coxas. Ou recorrer a uns quantos improvisos da sua lavra. O resto é conversa.

 

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