OPINIÃO

Grande entrevista a Maria de Medeiros

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Crê em pássaros eternos, rebeldes e ideais, em sonhos indestrutíveis, em espíritos que permanecem livres, e canta-os. Crê na Eu­ropa disponível para todos e que a todos in­tegra, «ideia fenomenal que não pode mor­rer»; crê em si nas suas múltiplas nuances – insegura, por vezes, cartesiana, alma «meia brasileira» capaz de «uma boa bagunça». Já muito se escreveu sobre a voz, que continua doce e feliz, sobre olhos azuis, que continu­am extraordinários, sobre as mil caras de Maria, atriz, realizadora, cantora, Maria sempre na fronteira. Aqui.

Alexandra Tavares Teles
Fotografia de Diana Quintela/Global Imagens