OPINIÃO

Até que nem a morte os separe

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Muito boa a vossa reportagem, a começar pelo título. Numa altura em que os velhos são tratados com desprezo, primeiro pelo governo (que os considera “despesa” e pesos-mortos-infelizmente-ainda-vivos), passando pela comunicação social (a partir dos 60 anos deixa de se ser homem ou mulher, passa-se a sexagenário, idoso, etc.) e acabando na sociedade em geral, família incluída, reconforta ver que ainda há quem ache que vale a pena ouvi-los. Este trabalho, que toda a gente devia ler, é disso prova. Uma lição para todos.