OPINIÃO

Morte da princesa Diana: já passaram 20 anos?

Passam exatamente vinte anos na próxima quinta-feira. A 31 de agosto de 1997, três pessoas morreram num acidente de viação no túnel junto à ponte de Alma, em Paris.

Texto de Ricardo Santos

Seguiam num automóvel conduzido por Henri Paul. No banco de trás iam Dodi Fayed e a namorada, Diana Spencer. O quarto tripulante, Trevor Rees-Jones, guarda-costas do casal escapou com ferimentos. Foi um dos acidentes mais mediáticos de sempre e até hoje alguns pormenores continuam por explicar.

Mais de ano e meio depois, os tribunais franceses atribuíram a responsabilidade ao embriagado condutor, mas todas as atenções se centraram na ex-mulher do príncipe Carlos de Inglaterra.

E no papel que os paparazzi tiveram no infortúnio. Duas décadas depois, o milionário empresário egípcio Mohamed Al-Fayed continua a chorar o filho mais velho, à época com 42 anos. Tinha fama de playboy, estudou na Suíça e foi adido na embaixada dos Emiratos Árabes Unidos em Londres, além de produtor de filmes como Momentos de Glória ou Hook.

Henri Paul tinha 41 anos e era chefe de segurança do Hotel Ritz em Paris. Trabalhava para a família Fayed há 11 anos, era piloto de aviões e três dias antes do acidente tinha passado mais um exame anual de condições físicas. Jean e Giselle, os pais de Henri, ainda hoje não entendem as acusações de consumo de álcool e de medicação imputadas ao filho.

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