Dmuchany Krokodyl do Plywania. Que raio de nome para começar um texto. Não estranhe. É mais familiar do que parece. Dmuchany Krokodyl do Plywania é o mesmo que dizer crocodilo insuflável, numa das 8 línguas estampadas em caixas prontas a sair de uma qualquer prateleira de hipermercado.

Crónica fotográfica de Rodrigo Cabrita

A história começou em casa. Enquanto se faziam as malas para as merecidas férias. As mais pequenas repetiram mil vezes que o primo tinha um e que o amigo da escola também. Não havia fuga possível.

Da prateleira à caixa, bateu-se o recorde do mundo de velocidade com o melhor dos sorrisos no rosto das miúdas. Ainda sem nome, e com ar de ter sido raptada por profissionais, a «crocodila» entrou no carro rumo à aventura algarvia.

Pipa, entretanto batizada, não mais nos largaria. Da praia para a piscina, da piscina para a praia, arrastada ou pendurada, servindo de almofada ou como simples colchão, foi a estrela das férias.

Não é um animal de estimação mas viveu como um. No imaginário das minhas filhas, nada lhe faltou. Dentes bem lavados, unhas pintadas, passeios ou simples conversas de circunstância. Vida de cão ou de gato? Pelo menos foi tão boa como a de qualquer um deles.

Nestas férias não deixe ninguém para trás, assim é um dos apelos da GNR para este verão no que respeita ao abandono de animais. Nada mais certo. É que os de verdade não são só para as ocasiões.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.