OPINIÃO

A cantora que morreu cedo demais

Faria 34 anos esta quinta-feira, 14 de setembro.

Texto de Ricardo Santos

Continua a ser difícil pensar em tudo o que Amy Winehouse poderia ter alcançado (mais) na sua vida. Morreu em 2011 – sim, já passaram seis – e deixou dois álbuns fundamentais para a música britânica do século XXI.

Se no primeiro, Frank (2003), deu a conhecer o poder da voz e da performance, o segundo, Back to Black (2006), foi o mostrar da sua personalidade e dos seus medos. Poucos a terão entendido em vida, apesar do sucesso de vendas e de prémios – só Grammies foram cinco e nas principais categorias.

Para recordar a voz e a obra de Winehouse, fica a sugestão do documentário Amy, realizado por Asif Kapadia e vencedor do Óscar em 2015 para Melhor Documentário de Longa-Metragem.

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