OPINIÃO

O tempo em que o boxe era a sério

Nas últimas semanas tem sido uma modalidade em destaque graças ao mediático combate do fim-de-semana passada, entre um pugilista (Floyd Mayweather) e um lutador de artes marciais mistas (Conor McGregor), mas no tempo em que os combates eram a sério, Cassius Clay ditava regras.

Texto de Ricardo Santos

Foi assim que, a 5 de setembro de 1960, nos Jogos Olímpicos de Roma, o pugilista norte-americano conquistou a medalha de outro na categoria. Foi há 57 anos que tudo aconteceu, na categoria de pesos-meio-pesados, contra o polaco Zbigniew Pietrzykowski.

Diz a lenda que Clay (posteriormente convertido ao Islão como Muhamad Ali) terá deitado a medalha de ouro ao rio Ohio, enraivecido pela forma como os negros eram tratados nos EUA.

Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, foi homenageado com a entrega de uma nova medalha. Ali morreu em junho do ano passado e ninguém voava como uma borboleta e ferrava como uma abelha como ele.

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